Sim, chega! Que o nosso Capataz-Mor não tenha cuidado com o nível decibélico que utiliza para proferir dislates, em plena praça pública, acerca de vídeo-jornalistas com falhas nos dentes incisivos, ainda se aceita. Que nos tenha livrado de assistir ao atentado estético semanal que constituía o famigerado "Mentiras de Sexta" da antiga televisão da Igreja Católica, Apostólica, Romana & Cª Ldª, até se agradece.
Agora que Sua Altíssima Serenidade tenha chegado ao ponto de utilizar o pasquim do Engº Miro do Marco para os seus narcisísticos fins, aí é que, francamente, achamos que se ultrapassaram todos os limites da decência e da ética, seja ela republicana ou não!
Confusos? O escriba passa a explicar, então. Apesar de, seguindo o salutar hábito de um antigo primeiro-ministro, o autor destas linhas se recusar a ler jornais, certo é que não pôde evitar dar-se conta que o "Público" vai iniciar a publicação, a partir da próxima quinta-feira, dia 11, de uma colecção de 20 livros que supostamente mudaram o Mundo (o uso do negrito é da nossa exclusiva responsabilidade, que fique bem claro). Ora, sucede que entre obras do calibre de "A origem das espécies" de Charles Darwin, ou "Hamlet" de William Shakespeare, se encontra um opúsculo de título, vejam bem a desfaçatez desta gente, "Apologia de Sócrates". Vou repetir: "Apologia de Sócrates"! O autor, continuando a citar o "Público" ,é um tal de Platão. Confessamos a nossa ignorância quanto à identidade de tal cidadão. Decerto trata-se de um dos muitos apparatchik que pululam nessa cloaca fétida que é o nº 2 do Largo do Rato.
Eis pois o escândalo em toda a sua vergonhosa plenitude: o Primeiro-Ministro de Portugal utiliza um diário de expansão nacional, supostamente independente, para os seus mefistofélicos fins! Isto nem na Coreia do Norte, cavalheiros!
Basta, senhores! É tempo de dizer um firme e democrata "não" a esta gente!
Agora que Sua Altíssima Serenidade tenha chegado ao ponto de utilizar o pasquim do Engº Miro do Marco para os seus narcisísticos fins, aí é que, francamente, achamos que se ultrapassaram todos os limites da decência e da ética, seja ela republicana ou não!
Confusos? O escriba passa a explicar, então. Apesar de, seguindo o salutar hábito de um antigo primeiro-ministro, o autor destas linhas se recusar a ler jornais, certo é que não pôde evitar dar-se conta que o "Público" vai iniciar a publicação, a partir da próxima quinta-feira, dia 11, de uma colecção de 20 livros que supostamente mudaram o Mundo (o uso do negrito é da nossa exclusiva responsabilidade, que fique bem claro). Ora, sucede que entre obras do calibre de "A origem das espécies" de Charles Darwin, ou "Hamlet" de William Shakespeare, se encontra um opúsculo de título, vejam bem a desfaçatez desta gente, "Apologia de Sócrates". Vou repetir: "Apologia de Sócrates"! O autor, continuando a citar o "Público" ,é um tal de Platão. Confessamos a nossa ignorância quanto à identidade de tal cidadão. Decerto trata-se de um dos muitos apparatchik que pululam nessa cloaca fétida que é o nº 2 do Largo do Rato.
Eis pois o escândalo em toda a sua vergonhosa plenitude: o Primeiro-Ministro de Portugal utiliza um diário de expansão nacional, supostamente independente, para os seus mefistofélicos fins! Isto nem na Coreia do Norte, cavalheiros!
Basta, senhores! É tempo de dizer um firme e democrata "não" a esta gente!

No comments:
Post a Comment