Monday, February 1, 2010

O sapo


Isto é um sapo. Mas não é um sapo qualquer, não senhora. Trata-se de um raro exemplar da espécie Poetticcus Battraquiccus, estirpe originária das verdejantes planícies que bordejam o Rio Águeda. Este exemplar, no entanto, foi capturado quando ainda girino e levado para Lisboa, onde a temperatura mais amena o fez crescer para dimensões nunca vistas antes.
E é este mesmo sapo que o escrevedor vai ter que engolir, algures nas calendas de 2011, quando chegar a presidential election season...

1 comment:

  1. Se não fôr este sapo há-de ser o tritão de Boliqueime. E não sei se não aparecerá por aí uma rã. Se assim fôr menos mal, que desta ao menos poderemos comer as perninhas. Malditos répteis...

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